segunda-feira, 16 de julho de 2012

Década de 90


Década de 90
Até a metade da década de 90, o exagero dos anos anteriores ainda influenciou a moda. Foram lançados, por exemplo, os jeans coloridos e as blusas segunda-pele, que colocavam a lingerie em evidência. Isso alavancou a moda íntima. Essa é uma década marcada pela diversidade de estilos que convivem harmoniosamente. A moda seguiu cada uma dessas tendências, produzindo peças para cada tipo de consumidor e para todas as ocasiões. Entretanto, vale à pena ressaltar o Grunge, que impulsionado pelo rock, influenciou a moda e o comportamento dos adolescentes com seu estilo despojado de calças/ bermudões largos e camisas xadrez da região de Seattle, berço destes músicos. Na segunda metade da década, a moda passou a buscar referências nas décadas anteriores, fazendo releituras dos anos 60 (cores claras, tiaras) e em seguida dos 70 (plataformas em tamancos e modelos fechados, geralmente desproporcionais), tudo mesclado a modismos dos anos correntes.



domingo, 15 de julho de 2012

Década de 80


Década de 80
Os anos 80 foram caracterizados pelo exagero e pela ostentação. O que mais se usava era o jeans. O tênis passou a ser um calçado para toda hora e voltaram a serem usados os calçados mais baixos. As cores eram fortes e vibrantes. As mulheres nessa época passaram a adotar visuais masculinos. Cintura alta e ombros marcados por ombreiras era a silhueta de toda a década, ao lado de pregas e drapeados para a noite ou dia. A moda masculina seguiu o mesmo estilo. A música se consagrou como formadora de opinião e estilo, levando ao estrelato cantoras como Madonna, que influenciou a sociedade com seu estilo livre e despudorado. O Punk, New Age e Break também merecem destaque.




Década de 70


Década de 70
A década de 70 foi uma das mais ricas na história da moda, e foi caracterizada por hippies e românticos. Ela contou com vários movimentos culturais, muitos com a intenção de chocar. Outros pretendiam um estilo de vida mais livre ou mais romântico, inspirado no passado. Esta década transformou a roupa masculina, deixando-as mais colorida e estilizada. Para as mulheres, passou a ser romântica e despojada: com cabelos desalinhados, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas florais ou multicoloridas. Além disso, o unissex entra na moda com suas bocas-de-sino e sapatos plataforma. A silhueta nos anos 70 era romântica, sonhadora e natural. Flores, liberdade e orientalismo eram suas marcas registradas. 




Década de 60


Década de 60
A imagem dos jovens na época era de total rebeldia, com jaquetas de couro, topetes, jeans e suas lambretas. As moças comportadas já abandonavam suas saias rodadas e abusavam de calças cigarretes. A intenção era liberdade total. A grande estrela da época foi à minissaia e para complementar o visual as linhas retas, botas brancas e cores muito chamativas tornavam o look perfeito. O jeans se tornou unissex e smoking também estava sendo usados pelas mulheres, para os homens os paletós faziam sucesso. O futurismo foi uma das características mais marcantes da década, onde podem ser usadas cores como prata e branco. Tecido prata brilhante e até CDs antigos presos um ao outro com fio de nylon, uma solução simples, barata e que tem um belo efeito visual e ainda lembra as roupas de metal de Pacco Rabanne, grande estilista que marcou essa década.




Década de 50


Década de 50
Com o fim dos anos de guerra a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamorosa. Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e joias. Nunca uma tendência foi tão rapidamente aceita pelas mulheres como o "New Look", de Christian Dior, o que indica que a mulher ansiava pela volta da feminilidade, do luxo e da sofisticação. A maquiagem realçava a intensidade dos lábios e a palidez da pele, que devia ser perfeita. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina, e os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo. No final dos anos 50 a alta-costura começava a perder terreno, enquanto o prêt-à-porter começou a aparecer. Ao som do rock and roll, a nova música que surgiu nos anos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans. O cinema lançou a moda do garoto rebelde, que usava blusão de couro e jeans e camiseta branca, um símbolo da juventude. Ao final dos anos 50, a confecção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida cotidiana.






sábado, 14 de julho de 2012

Década de 40


Década de 40

A segunda Guerra Mundial já havia começado na Europa. A cidade de Paris, ocupada pelos alemães em junho do mesmo ano, já não contava com todos os grandes nomes da alta-costura e suas maisons. Muitos estilistas se mudaram, fecharam suas casas ou mesmo as levaram para outros países. A silhueta do final dos anos 30, em estilo militar, perdurou até o final dos conflitos. A mulher francesa era magra e as suas roupas e sapatos ficaram mais pesados e sérios. A escassez de tecidos fez com que as mulheres tivessem de reformar suas roupas e utilizar materiais alternativos na época, como a viscose, o raiom e as fibras sintéticas. O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar. As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares. O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras. Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Os lenços também foram muitos usados nessa época. A maquiagem era improvisada com elementos caseiros. Durante a guerra, o chamado "ready-to-wear" (pronto para usar), que é a forma de produzir roupas de qualidade em grande escala, realmente se desenvolveu. Através dos catálogos de venda por correspondência com os últimos modelos.

Em 1945 no período do pós-guerra houve o Renascimento da indústria de roupa e uma grande procura por trajes elegantes. Lojas do mundo inteiro voltaram seus olhos para as novidades vindas de Paris. Após a guerra houve o ressurgimento da moda sofisticada. Havia um impulso generalizado de se fazer os desejos reprimidos durante a Segunda Guerra. Na América, no fim da guerra, as saias já tinham se tornado mais ampla. 






Década de 30


A década de 30
O cinema influenciou muito essa década. As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira. O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite. A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres. Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de esportes, como o short, que surgiu a partir do uso da bicicleta. Os estilistas também criaram pareôs estampados, maiôs e suéteres. Um acessório que se tornou moda nos anos 30 foram os óculos escuros. A estilista que marcou esta época foi Madeleine Vionne.

                                   Vestido de noite. Madeleine Vionnet
                                          Catalogo lingerie 1930
                                         Vestido de noite, ilustração. 1930

Década de 20


A década de 20
   Nesta década já se permitia mostrar a perna o colo e usar maquiagem. A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso a noite. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "La garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos. A década de 20 foi da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Toda a euforia dos "felizes anos 20" acabou no dia 29 de outubro de 1929, quando a Bolsa de Valores de Nova York registrou a maior baixa de sua história. 



Década de 10


A década de 10
  Foi marcada pela primeira guerra mundial, onde as mulheres foram convocadas para realizar trabalhos masculinos, o que influenciou em suas vestimentas, algumas mulheres passaram a usar calça. O luto devido à guerra induziram cores sóbrias. Apesar da guerra a década foi marcada por um estilo extravagante. Devido à guerra a saia subiu para as canelas, Os sapatos eram todos descobertos, e podiam-se ver as meias de algodão pretas, marrons ou cinzas. Usavam-se casacos amarrados na cintura que cobriam parte das saias, aumentando os quadris. Ainda nessa época Coco Chanel, introduziu na moda o jérsei, tecido macio, elástico e de malha.




Barroco e Rococó


A Idade Moderna começa com a redescoberta de valores, a recuperação da arte e da filosofia (com referências à Grécia e a Roma Antiga) e com o grande salto da indústria têxtil.

O primeiro período dessa época é o Barroco, que tinha como característica o excesso visual e o uso do preto – uma referência à austeridade e ao protestantismo.

O penteado mais tradicional da época era o La Fontage e a “moda” do momento eram as Mouches de Beauté – ou moscas de beleza – aquelas famosas pintinhas no rosto, para dar um charme e acentuar a expressão facial.


Depois tivemos o Rococó, que era o exagero do exagero!

Era a época de  Maria Antonieta e seus vestidos mega elaborados, justos no busto e na cintura e com decotes em formato quadrado.

Usa-se muito lencinho de mão (fichu) e os.




E o que vemos Hoje na moda que veio dessa História?





Orientalismo


Orientalismo

O orientalismo na década de 10 tinha como característica principal as cores audaciosas, a cintura esbelta e o exotismo, ou seja, era diferente do ocidente, tinha uma cultura oriental. Em sentido amplo o Orientalismo foi à adoção de estilos inspirados no imaginário associado à cultura oriental.




    Releitura do Orientalismo
    Coleção Verão 2008 da Prada, Milão. Vogue



Belle Époque



A moda Belle Époque na década de 20 é destacada pelo luxo e beleza do vestuário, uma época de ostentação e extravagância para a classe alta: os muito ricos e os privilegiados de nascença.
    Resumindo a Belle Époque Foi uma época em que as mulheres usavam botinhas de tecido para não aparecer à perna e a cintura passou a ser mais afunilada. Foi uma época de muito luxo e extravagancia. As características da Belle Époque eram a Opulência, curva em S, peito de pombo e fru fru.  

“Os vários elementos que compõem o vestuário no desenvolvimento da historia humana apresentam um caráter muito mais simbólico que funcional, e é possível verificar que a função mágica que os elementos de adorno assumem no desenvolvimento da cultura constituem a motivação basilar para o desenvolvimento posterior do vestuário.”

(CASTILHO; MARTINS, 2008, p. 36)



                      A moda como sempre era um reflexo da época



História da moda - Egito

A história da moda passa a ser registrada a partir:
 Egito
Na era glacial boa parte da europa era coberta dor gelo devido a isso eles usavam pele de animais que caçavam, só que com o tempo o couro ficava ressecado, o que tornava a pele dura, para resolver este problema eles adotaram o processo conhecido como o curtimento do couro. A partir da técnica do curtimento as peles podiam ser cortadas e moldadas e então surgiu uma das maiores invenções do homem: a agulha de mão. Feitas de marfim de mamute, ossos de rena ou presas de leão marinho.
Sarongue foi a forma primitiva da saia, onde enrolavam um pedaço de pano na cintura. Os povos que usavam esta vestimenta eram os assírios, os romanos e os egípcios. E roupas drapeadas era uma marca da civilização.
Os povos Persas devido ao clima usavam vestimentas mais quentes. Outro traje típico dos persas foi a calça.
Os povos medas tinha traje parecido com os persas, só que com mais volume, mais soltas. E não tinha muita diferença entre a roupa masculina e feminina.
Os trajes egípcios ficaram estável por mais de 3 mil anos. Eles faziam pouco uso da lã.
Os povos cretenses tinham a cintura extremamente apertada tanto para homens como para mulheres e gostavam de cores fortes. A vestimenta tinha uma tanga e um corpete.


                                            Mapa do Império Persa
                                               Calçado persa

            Rei Aquenaton e rainha Nefertiti, XVIII dinastia, 1550-1330 a.C
                       Traje egípcio
                          Traje egípcio

quinta-feira, 5 de julho de 2012

tecnologia de maquinas e equipamentos

As maquinas e equipamentos da indústria do vestuário são muito muitos, temos as maquinas de desenho, de encaixe, corte e costura.
  Vamos começar com as maquinas do corte:
























A dica de hoje é:
É uma enfestadeira da marca audaces com encaixe automático e corte a laser.

Espero ter tirado suas duvidas! Até a próxima matéria.